A fraca e insignificante existência humana
é a coisa mais complicada de se perceber e, principalmente, de se aceitar.
Esta frase apesar de parecer muito filosófica e bonita, esconde uma realidade difícil de aceitar para muita gente: Nós, enquanto seres humanos, individualmente, somos como uma espécie de nada para a humanidade em geral e para todo o cosmos. Isto é o pensamento de muita gente, mas será o correcto? Não há uma verdade absoluta no Mundo acerca de nada e este assunto não foge à regra.
Por que é que existimos? Qual é a finalidade da nossa existência?
Há a resposta religiosa, que aponta para um projecto que Deus tem e que nós fazemos parte dele. É a resposta, na minha opinião, mais fácil, a mais rápida e a que puxa menos pelo pensamento.
Para mim, a resposta certa e a mais correcta é a minha, é aquela que não vem nos livros, é aquela que eu sei que resulta, sempre resultou e sempre resultará: ter grandes objectivos e díficeis, aqueles que nós só nos lembramos de vez em quando, mas que queremos concretizar e objectivos mais pequenos e fáceis de concretizar, como aqueles que pensamos acabá-los num anos, ou num mês. Quando tiver os grandes objectivos cumpridos, descansarei e aproveitarem os frutos que eles me proporcionarem.
Não digo que esta seja a maneira correcta de pensar, mas o pensamento é mesmo isso, um diferente do outro, varia de pessoa para pessoa e cabe a nós, humanidade e principalmente sociedade, filtrar os bons e acabar com os maus. Mas nunca se esqueçam: O Sonho Comanda a Vida.
CC1961

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